E para iniciar em grande estilo, colocamos a cortina da sala
de grupos, toda confeccionada com retalhos, criatividade e muita paciência.
Essa cortina veio para representar que unidos nosso trabalho cresce, tem
representatividade e engrandece nossa auto-estima, além é claro de embelezar a sala de
grupos!
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
Reiniciando os trabalhos, Bem Vindo 2018 !
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Festa de Confraternização Caps Ad Continente 2017
Festa
de Confraternização Caps Ad Continente 2017
No dia 13 dezembro de 2017,
quarta-feira, a equipe do Caps Ad Continente se reuniu com pacientes e
familiares para realizar uma retrospectiva, foi um momento de descontração
entre pacientes e técnicos. Através de fotos, exibidas com auxílio de um
Data Show, foi possível relembrar momentos,
lugares conhecidos, trajetos realizados, rever fotos de eventos, trocar experiências,
conhecimentos adquiridos, tropeços, dificuldades, ganhos e perdas ao longo do
caminho.
Damos boas risadas, com muita música, nos emocionamos e recordamos
momentos de superação. Ao longo da manhã, o grupo de música fez uma
apresentação, onde familiares puderam juntos aos pacientes e técnicos do
serviço, prestigiar e cantar músicas natalinas, acompanhados por instrumentos
musicais.
Foi uma oportunidade que possibilitou a aproximação entre familiares,
amigos, técnicos e pacientes.
Ao meio dia
foi servido o almoço festivo e na sequência ocorreu um bingo com produtos
produzidos pelos próprios pacientes nas oficinas terapêuticas de artesanato e
customização e algumas doações dos técnicos do serviço.
Para finalizar, foi servido um saboroso lanche festivo.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Em clima de Natal e Ano Novo
O período natalino e de festas são momentos difíceis, para a
maioria das pessoas, principalmente para as pessoas com dependência química,
isso porque parte deles já rompeu seus vínculos familiares e sente forte a
questão da solidão. Dessa forma, a confraternização de Natal pode ficar na
lembrança como um alento, e amenizar este sofrimento.
Decorar a árvore
com os enfeites natalinos é uma das ações que faz com que o espírito de Natal
comece a nascer no fim de ano. Parece um processo simples, tirar a árvore que
está encaixotada no armário o ano inteiro e ir distribuindo ao longo dos galhos
as bolas coloridas, os anjinhos, a estrela e o pisca-pisca. O Caps Ad
Continente, todos os anos promove a confecção da árvore e dos adereços de natal
em conjunto, com pacientes e técnicos do serviço, sendo todos convidados a
participar e a utilizar de sua criatividade.
Aos poucos, a cada bolinha
colorida, a cada estrela pendurada, a árvore ganhou vida e isso somente
aconteceu por conta do trabalho coletivo de todos. A equipe entende como uma oportunidade de interação, diversão e resgate
da cultura natalina.
Além disso, em um clima menos informal, favorece
para que os pacientes
tenham uma sensação maior de acolhimento e se descontraiam de suas angústias e
temores.
Que
as comemorações do Natal sejam marcadas pelo desejo de um novo viver e de um
novo caminhar que nos conduza a um só objetivo: semear o amor e a paz.
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Preparação para Festas de Fim de Ano
Preparação para Festas de Fim de Ano
Falta pouco mais de um mês para o Natal, mas as lojas
já estão a todo vapor anunciando itens de decoração e presentes para a data
comemorativa mais aguardada do ano. É claro que o Caps Ad Continente, não pode
ficar de fora dessa comemoração e, mesmo faltando ainda um tempinho para a
noite do dia 24 de dezembro, já estamos iniciando um planejamento de uma árvore
de natal e revitalizando nosso ambiente externo e interno.
Utilizamos o espaço das oficinas de artesanato, para
desenvolver e confeccionar de forma criativa nossa árvore de natal artesanal e
com isso deixar a decoração para o final de ano com um toque todo especial.

terça-feira, 10 de outubro de 2017
Saúde
Mental
Mas
o que é mesmo Saúde Mental? O que é ter Saúde Mental? Quem tem Saúde Mental?
De
acordo com a Organização Mundial da Saúde, saúde mental é um estado de
bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar suas próprias habilidades,
recuperar-se do estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a sua
comunidade.
Sistema Único de Saúde (SUS)
A atenção em saúde mental é oferecida no Sistema Único de
Saúde (SUS), através de financiamento tripartite e de ações
municipalizadas e organizadas por níveis de complexidade.
Como funciona a Rede de Cuidados em Saúde Mental?
A Rede de Cuidados em Saúde Mental, Crack, Álcool e
outras Drogas foi pactuada em julho de 2011, como parte das
discussões de implantação do Decreto nº 7508, de 28 de junho de 2011, e prevê,
a partir da Política Nacional de Saúde Mental, os Centros de Atenção
Psicossocial (CAPs), os Serviços Residenciais Terapêuticos, os Centros de
Convivência e Cultura, as Unidades de Acolhimento e os leitos de atenção
integral em Hospitais Gerais.
Desafios da Saúde Mental
Além de atender pessoas com transtornos mentais, estes espaços acolhem
usuários de álcool, crack e outras drogas e estão espalhados pelo país,
modificando a estrutura da assistência à saúde mental. E vêm substituindo
progressivamente o modelo hospitalocêntrico e manicomial, de características
excludentes, opressivas e reducionistas, na tentativa de construir um sistema
de assistência orientado pelos princípios fundamentais do SUS (universalidade,
equidade e integralidade).
Que essa data sirva de reflexão para
analisarmos nossa postura, assumindo o compromisso de tratar as pessoas e não
apenas algumas partes delas.
Cuidar
SIM, Excluir NÃO!
Referência
Disponível em:<https://pensesus.fiocruz.br/saude-mental>.
Acesso em: 10 out. de 2017.
segunda-feira, 31 de julho de 2017
Grupo da Caminhada
A importância das Atividades Físicas no
tratamento da dependência química
O uso de drogas psicotrópicas é uma
prática antiga, porém, o manejo e o padrão de uso atual são completamente
diferentes da época de nossos ancestrais. Deixou de ser um uso com fins
específicos para se tornar rotineiro, alterou fortemente seu padrão de uso e
seus efeitos e resultados sociais. A
dependência tem se mostrado um problema de saúde pública em todo mundo. É notório observar, diferentes estágios na
modelagem desse comportamento, assim como nas complicações decorrentes do uso
de drogas, podendo ainda ser influenciado por fatores biológicos, psicológicos
e sociais que devem ser considerados na elaboração dos cuidados terapêuticos. É
necessária, para além das intervenções farmacológicas, a inclusão de
estratégias comportamentais, sociais e laborais. (Scaduto e Barbieri, 2009).
Trajeto percorrido: 2,3km com duração: cerca de 40 minutos de caminhada.
|
O exercício físico tem sido
proposto como ferramenta importante no tratamento da dependência de drogas
lícitas e ilícitas, complementando abordagens psicoterapêuticas e
farmacológicas tradicionais. Vale salientar que tal prática, representa um
incremento significativo nas possibilidades para abordagem e tratamento,
tornando-se alvo de interesse de pesquisadores e estudiosos da área, que buscam
a compreensão das bases fisiológicas para sua inclusão terapêutica, com vistas
à redução das alterações neuroquímicas, do desejo e da compulsão pelo uso
(fissura), dos distúrbios do humor e da cognição, bem como dos níveis de
estresse e das dificuldades para relacionamento social e afetivo decorrentes do
uso de drogas. (Zschucke et al., 2012).
Dentro deste contexto, a
atividade física trabalha diretamente no treinamento do autocontrole e do
conhecimento em si, onde o individuo irá aprender a trabalhar e a identificar
situações que o mobilizam na vida diária, a fim de evitar reações impulsivas,
descontroladas, psicofísicas exageradas e o comportamento social inadequado e
agressivo (MIALICK, FRACASSO E SAHD, 2010).
Nesta
perspectiva, o Caps Ad
Continente conta com um Grupo de Atividades Físicas 2x por semana.
Este grupo é realizado por
01 técnica de enfermagem e 01 enfermeira na quarta-feira pela manhã e por 01
técnica de enfermagem e 01 psicólogo na sexta-feira pela manhã.
Vale ressaltar que no grupo
qualidade de vida, ofertado por este serviço às quartas-feiras, realiza-se uma avaliação
prévia através da aplicação individual do questionário PARQ-adaptado, incluindo
também avaliação antropométrica, pressão arterial, IMC e circunferência
abdominal para avaliar risco cardiovascular.
Referências
MIALICK, E.S., FRACASSO. L., SAHD. S.M.P.V. A importância da pratica da atividade física como auxílio no
processo de tratamento para a dependência química em pessoas de 18 a 35 anos. São Paulo, 2010.
Disponível em:<
http://www.efdeportes.com/efd166/atividade-fisica-no-tratamento-de-dependentes-quimicos.htm >.
Acesso: 30 de jul.2017.
SCADUTO, V. Barbieri. O discurso sobre a adesão de adolescentes ao tratamento da dependência
química em uma instituição de saúde pública. Ciência saúde coletiva, 14 (2)
(2009), pp. 605-614.
Disponível em:<
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0101328916000196>.
Acesso: 30 de jul.2017.
ZSCHUCKE et al., 2012.Exercise and physical activity in the
therapy of substance use disorders
Scientific World
Journal, 2012
(2012), pp. 901741.
Acesso: 30 de jul.2017.
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Compostagem
Vale lembrar que, compostagem significa transformar (compostar)
matéria orgânica, normalmente restos de alimentos (mas podem-se incluir também
papéis, madeira, folhas, entre outros), em adubo.
Já o minhocário é diferente da composteira normal. Por ser realizado em
espaços pequenos e fechados (normalmente caixas empilhadas), a ação das
bactérias decompositoras seria muito devagar e por isso adequa-se esse ambiente
para as minhocas, que passam a alimentar-se dos resíduos orgânicos
transformando-os em adubo. É uma ótima troca, na qual damos alimentos para
as minhocas e em troca elas nos dão o adubo.
É importante salientar a parceria
que foi desenvolvida entre Caps Ad Continente e o IFSC (Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina), que disponibilizou dois
bolsistas para dar suporte as atividades desenvolvidas com o projeto Minhocário
e o Projeto Compostagem.
Os materiais utilizados no Grupo
da Horta são produtos na sua grande maioria reciclados, ou reaproveitados,
restos de telhas são baldeados para a construção de canteiros, as sementes e
mudas são trazidas em grande parte pelos próprios pacientes e as ferramentas
manuais são disponibilizadas pela Prefeitura Municipal de Florianópolis.
As hortaliças geralmente semeadas ou transplantadas em canteiros são as
seguintes: Alface, Cenoura, Beterraba, Repolho, Couve, Espinafre, Temperos
(cebolinha verde, salsa e manjerona) Rabanete, Chicória, Ervilha de vagem,
Rúcula e Tomate Cereja. As plantas medicinais e aromáticas plantadas
são: sálvia, hortelã, arruda, alfavaca, cavalinha-do-campo, losna, camomila,
capim-limão, guaco, alecrim, manjericão, poejo e funcho.
O que é cultivado é dividido entre
os participantes do grupo para que eles possam consumir junto de suas famílias.
Lembrando ainda que as plantas medicinais e aromáticas plantadas são
utilizadas para realização de chás no inverno principalmente, para serem
saboreados nos grupos entre técnicos e pacientes.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Grupo da Horta-Caps Ad Continente
Uma nova política de Saúde Mental,
desencadeada a partir do processo de Reforma Psiquiátrica, vem sendo discutida
e gradualmente implantada no cenário da Saúde no Brasil (SARACENO et al.,
2001). Dentro do projeto geral está a proposta de criação de oficinas
terapêuticas. Elas constituem-se em um importante espaço de tratamento, pois
estimulam a capacidade de produção, de convivência e interação grupal.
As oficinas terapêuticas surgem num processo que visa restabelecer a cidadania da pessoa com transtornos mentais através da desconstrução do modelo asilar de atenção à saúde mental. Dessa forma, as oficinas passam a exercer papel primordial, tanto como elemento terapêutico quanto como promotoras de reinserção social, através de ações que envolvem o trabalho, a criação de um produto, a geração de renda e a autonomia do sujeito. Para isso, o usuário deve ser sujeito do processo, criar autonomia no pensar, ter capacidade de planejar o próprio trabalho e participar do processo de gestão. Dentro dessa perspectiva se faz necessário, respeitar e entender o sujeito/individuo como um todo, que possui uma história de vida, dentro de um contexto social dinâmico e complexo.
O Grupo da Horta foi criado no Caps Ad Continente, com a intenção de promover a busca pela integração dos pacientes com o serviço, bem como estimular o contato com a terra, envolver os pacientes no grupo, incentivar uma alimentação saudável, produzir produtos frescos e orgânicos, trabalhar a questão da sustentabilidade e da reciclagem, desenvolver a própria autonomia de plantar e colher, exercitar o trabalho em equipe e ser uma possibilidade de fonte de renda. Construção coletiva de um espaço, desenvolvendo a relação com os canteiros, e o aprendizado de noções básicas de ecologia. À produção se dá em uma horta de pequeno porte, com a confecção de canteiros, plantio, adubação, capina e colheita, para fins terapêuticos.
O Grupo foi retomado e reformulado
há cerca de 02 anos, por três técnicas do Caps Ad Continente (Juliana, Rosani e
Viviane) e vem mostrando resultados positivos na socialização dos pacientes.
Anteriormente o espaço estava desativado, as técnicas perceberam como potencial
o grupo e estimularam os pacientes na participação de retomar o espaço e
produzir seu próprio alimento saudável.
Garantir alimentos
saudáveis, nutritivos e saborosos mais baratos, previne e até cura doenças,
educa, ocupa e, quando implantada com prazer, proporciona lazer e exercícios ao
ar livre. No mundo inteiro existe atualmente uma preocupação dos
consumidores em relação a qualidade dos alimentos. Há uma conscientização de
que muitos problemas de saúde poderão ser evitados se for consumido alimentos
livres de resíduos químicos. Cresce, também, a consciência de que devemos
praticar uma agricultura integrada com a natureza e que preserve os recursos
naturais.
O cultivo orgânico adotado no Caps Ad Continente, é um sistema de
produção agrícola ecológico e sustentável, baseado na preservação e no respeito
a terra, ao meio ambiente e ao homem. Este sistema é centrado no ser humano e a
base da sustentabilidade é o solo. Os princípios
básicos da agricultura orgânica são utilizados no Grupo da Horta. Dentre estes
se destacam: adubação orgânica (composto orgânico), utilização da composteira e
do minhocário que o serviço também produz, plantio direto, manejo de pragas com
produtos alternativos sem riscos ao meio ambiente. O cuidar da terra implica em
molhar, adubar, plantar, preparar o canteiro, estercar, limpar e colher.
segunda-feira, 3 de julho de 2017
3º FÓRUM DE DIREITOS HUMANOS E
SAÚDE MENTAL
DEMOCRACIA, SAÚDE MENTAL, VIOLAÇÃO DE
DIREITOS: CONSEQUÊNCIAS HUMANAS.
Florianópolis, Capital do Estado de Santa
Catarina, sediou, nos dias 28,29 e 30 de junho de 2017, o 3º Fórum Brasileiro
de Direitos Humanos e Saúde Mental, organizado pela Associação Brasileira de
Saúde Mental – Abrasme e pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. O
tema não poderia ser mais atuais e pertinentes: "DEMOCRACIA, SAÚDE MENTAL,
VIOLAÇÃO DE DIREITOS: CONSEQUÊNCIAS HUMANAS". O objetivo central foi problematizar
as violações de Direitos Humanos e a política de Saúde Mental que acontece em
diferentes cenários do Brasil.
Crescimento Através do Trabalho em Equipe - Celebrando mais uma
conquista
Trabalhar em equipe é
ter várias pessoas diferentes lutando por um objetivo igual e comum. E para que
o trabalho tenha bons resultados, é fundamental que cada um dos membros da
equipe dê o seu melhor. O Caps Ad Continente participou juntamente com o
Caps Ad Ilha, da Feira da Economia Solidária, expondo materias produzidos nas
oficinas dos serviços. Materias estes como: artesanato, roupas customizadas, cerâmica,
Xilogravuras
impressas em cartões postais, tecidos, produtos produzidos com materiais
reciclados, retalhos e ou reutilizados, ecologicamente corretos com um apelo
diferenciado à venda, levando em consideração a questão da preocupação ambiental,
sendo todos produtos exclusivos.
A Feira da Economia
Solidária trata-se de um espaço alternativo dedicado aos
usuários, familiares e trabalhadores que produzem na lógica solidária, que
privilegia o coletivo e promove a dignidade humana através da inclusão
social pelo trabalho e a reabilitação psicossocial, com respeito à
identidade e a forma de produzir. Tendo como objetivo, divulgar empreendimentos
relacionados à Saúde Mental e diversidades de produtos da região, dentro da
lógica da Economia Solidária. Os estandes são gratuitos, por se tratar de
um espaço destinado à geração de renda aos usuários e reabilitação social.
A Feira aconteceu no Hall
da Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC –
nos dias 28/06 a 30/06 das 8h às 18h.
Vale ressaltar a importância da atuação conjunta entre
usuários, familiares e técnicos. Os presentes no evento expondo trabalhos
e os que permaneceram nos serviços dando todo suporte para o bom andamento das
atividades.
A frase que resume todo este acontecimento: A união faz a
forca, juntos somos mais saúde mental.
Mais informações disponíveis em: http://www.direitoshumanos2017.abrasme.org.br
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