Nesta quarta-feira, 28 de janeiro, o Grupo de Caminhada resolveu alterar seu trajeto habitual até a Beira-mar Continental, e percorreu as ruas do tradicional bairro Estreito. E a atividade física foi interrompida apenas para um intervalo e visita ao Estádio Orlando Scarpelli, casa do Figueirense Futebol Clube, um dos dois times que representam a Capital na Série A do Campeonato Brasileiro.
Da visita, além das fotos, levamos o convite para retornarmos e acompanharmos, da arquibancada, um dos treinos livres do time alvinegro, também conhecido como o Furacão do Estreito.
Grupos de Caminhada do CAPS Ad Continente:
2ª, 4ª e 6ª feiras - 09:30h
Estádio Orlando Scarpelli
Rua Humaitá, 194
Bairro Estreito - Florianópolis
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
INTEGRAÇÃO ENTRE OS CAPS AD CONTINENTE E ILHA
O dia 15 de janeiro de 2015 marca o inicio de uma integração entre os dois CAPS AD de Florianópolis, através dos Trajetos Culturais. A primeira saída em conjunto entre os usuários dos dois serviços foi para visitação ao Projeto Tamar, na Barra da Lagoa, praia localizada no Leste da Ilha de Santa Catarina.
Confira algumas fotos:
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| Canal da Barra da Lagoa, a caminho do Tamar |
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
EXPOSIÇÃO: ELI HEIL 85 ANOS
Primeira saída dos Trajetos Culturais em 2015 aconteceu ontem, 08/01/2015, fomos visitar a exposição ELI HEIL 85 anos, no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC).
A exposição encantou os participantes para vitalidade e cores presentes nas obras desta grande artista catarinense.
Onde: MASC / CIC
Até março de 2015
Gratuito
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Foi destaque no site da Prefeitura de Florianópolis o lançamento do Livro Logoff, de Alexandre Bandarra. Compartilhamos com todos nossa alegria pela realização e sucesso deste amigo do CAPS Ad Continente!
Parabéns Alexandre!
Segue abaixo a publicação do site da PMF:
19/12/2014 - Social
Ex-morador de rua conta sua vida em livro
Alexandre Bandarra está há seis meses na Casa de Apoio Social da Secretaria de Assistência Social, em processo de desintoxicação
Logoff, encerramento de uma sessão de conexão. É com esse termo significativo que Alexandre Bandarra, ex-morador de rua, nomeou o livro que escreveu sobre a difícil trajetória que passou com as drogas por mais de 14 anos. Há seis meses, está na Casa de Apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social, em processo de dexintoxicação, e lançou seu primeiro trabalho para os funcionários da Pasta, que o apoiaram em todo o processo.
Natural de Cruz Alta, Rio Grande do Sul, “o Piloto”, como era conhecido nas ruas, trabalhou com aviação agrícola por muitos anos no Mato Grosso do Sul. Veio para Florianópolis em 2001 e em 2005 envolveu-se com a bebida alcóolica, que, pouco tempo depois, trouxe junto a dependência química e mais de 40 internações.
Nas ruas do município, conheceu Paulo Poeta, também morador de rua, que se tornou um grande amigo. Os dois mantiveram uma parceria vendendo poesias e alojavam-se na Praça XV e na Praça dos Bombeiros, no Centro. Em um dos seus textos, denominado “Sentimento”, Alexandre descreve um pouco da relação entre os dois:
“Conheci um indivíduo que se denominava ‘poeta’. Estava nas mesmas condições que a minha, ou seja, acostumado a sentar no banco da praça para beber o fruto de um bom mangueio (pedir dinheiro). O que nos uniu em primeiro lugar foi isso. A atração. Depois a conversa e a identificação na doença. Isso a princípio já foi o suficiente para que, quando um não tinha, o outro tinha, mas não era por isso que o que tinha caísse fora quando o outro não tinha. Aí começou.”
Por muito tempo, dividiram uma boa amizade, mas também o vício, que desgastou a saúde dos dois. “Passamos por experiências difíceis juntos. O Poeta foi meu parceiro nas horas boas e ruins na rua. Nunca pensei que a dependência química fosse capaz de me unir a uma pessoa com o mesmo problema que eu, e resultar em uma grande amizade”, contou o Piloto.
De volta à cidadania
Há pouco mais de seis meses, Alexandre aceitou o convite da equipe da Abordagem Social e está na Casa de Apoio. Hoje, recebe todo a ajuda necessária para uma nova vida sem as drogas. “O Poeta já conhecia a Casa, morou lá por cinco meses, mas depois recaiu. Foi ele quem me apresentou esse lugar, que chamava de ‘Porto seguro nas tempestades da vida’, e que agora é o meu porto também”, disse.
Entre as atividades realizadas no local, o Piloto sentiu-se atraído pelas oficinas de informática, em que os próprios moradores da Casa de Apoio escrevem textos para um blog. “Através da escrita não me senti mais só. Pude externar, através das palavras, o que há no meu íntimo, desafabar, e contar um pouco do que sou e da minha história, foi aí que surgiu a ideia do livro”, disse.
Em dezembro nasceu Logoff, um livro terapêutico sobre as superações da vida nas ruas e contra a dependência química. Esta foi uma parceria com a Editora Pistis, que acreditou na ideia e lançou a obra, que é vendida pelo próprio Piloto por R$ 15,00, dinheiro que servirá para a ressocialização dele.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
PASSEIO NA PRAIA DA ARMAÇÃO
Passeio realizado no dia 04 de dezembro de 2014, na Praia da Armação, sul da ilha de Santa Catarina, um dos mais belos cenários do nosso Estado.
Teve churrasco, sacolé, refrigerante, sucos, salada de frutas e tudo mais refrescar no dia sol e calor, 1000ºC à sombra!! Pra aliviar tamanho calor, só um banho de mar nas águas cristalinas da praia, com direito a saltos ornamentais e mergulho no trapiche.
Vejam nossas fotos:
Teve churrasco, sacolé, refrigerante, sucos, salada de frutas e tudo mais refrescar no dia sol e calor, 1000ºC à sombra!! Pra aliviar tamanho calor, só um banho de mar nas águas cristalinas da praia, com direito a saltos ornamentais e mergulho no trapiche.
Vejam nossas fotos:
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
A SAÚDE DO HOMEM
O Centro de Atenção Psicossocial preocupado com a qualidade de vida do homem, fala dos cuidados com a saúde.
Novembro Azul
Apesar de pequena, do tamanho de uma castanha, a próstata tem uma grande responsabilidade. É uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen, abaixo da bexiga e na frente do reto.Produz cerca de 70% do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozoides e é liberado durante o ato sexual. É uma substância fundamental para a vitalidade do homem e, portanto, representa um papel fundamental na fertilidade masculina.
A próstata apresenta consistência firme e homogênea ao toque. O câncer ocorre quando as células da região começam a se multiplicar de forma desordenada e ela fica, então, mais endurecida.
Em sua fase inicial, o câncer da próstata tem evolução silenciosa.
Muitos homens não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes aos do crescimento benigno da próstata.Quando alguns sinais começam a aparecer, 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Confira os sintomas que são suspeitos e merecem uma consulta ao médico:
- A sensação de que sua bexiga não se esvaziou completamente e ainda persiste a vontade de urinar.
- Dificuldade de iniciar a passagem da urina.
- Dificuldade de interromper o ato de urinar.
- Urinar em gotas ou jatos sucessivos.
- Necessidade de fazer força para manter o jato de urina.
- Necessidade premente de urinar imediatamente.
- Sensação de dor na parte baixa das costas ou na pélvis (abaixo dos testículos).
- Problemas em conseguir ou manter a ereção.
- Sangue na urina ou no esperma (esses são casos muito raros).
- Dor durante a passagem da urina.
- Dor quando ejacula.
- Dor nos testículos..
- Dor lombar, dor na bacia ou joelhos.
- Sangramento pela uretra.
- Na fase avançada, pode provocar dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.
| Próstata |
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Decoração Natalina do Caps ad Continente
Feliz Natal, é a mensagem que começa a ser repetida no Caps ad Continente. Calma, calma, ainda não é Natal mas já estamos nos preparando para esta data. Nesta semana começamos a decorar a casa com o tema natalino. Em breve teremos a festa comemorativa, aguardem!
A Terapia de Relaxamento na Prevenção de Recaída
Você já ouviu falar de MINDFULNESS?
Pois este nome complicado representa uma importante ferramenta da prevenção à recaída no tratamento de dependentes químicos. Estudos confirmam o que os usuários do Caps ad Continente já descobriram na prática: essa técnica de relaxamento e meditação ajuda a aliviar o estresse, reduz a ansiedade e angústia.
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| Fonte: imagem da internet |
No livro "O tratamento da dependência química e as terapias cognitivo-comportamentais", de Neide Zanelatto e Ronaldo Laranjeira, a autora descreve as indicações e benefícios desta ferramenta terapêutica, destacamos abaixo alguns trechos deste estudo:
Os objetivos da prática da terapia mindfulness são os seguintes:
- Alterar o relacionamento que o indivíduo tem com sua experiência interna, cultivando uma consciência aberta.
- Diminuir a evitação experencial, aumentando a escolha, a flexibilidade e a possibilidade de ficar atento às experiências internas.
- Aumentar a frequência de comportamentos em esferas valorizadas, possibilitando o envolvimento em relacionamentos, atividades acadêmicas ou profissionais e de lazer, com melhoria geral da qualidade de vida.
Os passos a seguir são descritos como necessários para ampliação deste estado de maior consciência e atenção no presente:
- Sustentar a atenção por um período de tempo prolongado, mantendo um foco específico, como, por exemplo, a respiração.
- Ao mudar o foco, detectar os estímulos que surgem na consciência, quaisquer que sejam - um pensamento, um sentimento ou uma sensação física.
- Retornar ao foco.
No Caps ad Continente esta prática é utilizada nas Oficinas de "Relaxamento" que ocorrem 4 vezes por semana nas
segundas, quartas e sextas-feiras das 09:30 às 10:30, e nas
quintas-feiras das 15:30 às 16:10.
Referência Bibliográfica
Neide. A. Z. O tratamento da dependência química e as terapias cognitivocomportamentais:
um guia para terapeutas / Organizadores, Neide A. Zanelatto,
Ronaldo Laranjeira – Porto Alegre: Artmed, 2013
terça-feira, 18 de novembro de 2014
SAMBAQUI
Na quinta-feira, 13 de novembro, realizamos um passeio terapêutico onde pudemos curtir a praia de Sambaqui, no norte de Florianópolis. Lugar tranquilo, banhado pelas águas da Baia Norte, de tradição açoriana presente ainda nos casarios da região e vila de pescadores. Chegamos pela manhã, escolhemos uma boa sombra sob uma árvore à beira-mar, e ali montamos nossa churrasqueira e permanecemos até a tarde. Para alguns foi o lugar perfeito para descansar, para outros, mais aventureiros, tinha também uma pequena trilha que leva até a ponta do Sambaqui. O que não faltou foi integração e diversão.
Curtam nossas fotos:
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| O clone do "Doutor André" demonstrando o poder do relaxamento na prática |
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Equipe de Enfermagem do Caps ad
Você sabe o que faz um enfermeiro ou técnico de enfermagem num Caps ad? Para entender o importante papel destes profissionais no serviço entrevistamos os técnicos que fazem parte desta equipe e colocamos abaixo os principais pontos deste nosso bate-papo, confira:
1.
Qual a função da equipe de enfermagem no Caps ad Continente?
Tem a função de participar nas oficinas e nos grupos terapêuticos; nas especificações de medicações e suas administrações injetáveis e via oral; na organização das salas de observação e de procedimentos de enfermagem (imunizações, curativos e outros).
2. O que representa para a enfermagem o trabalho com dependentes químicos?
Tem um sentido de desafio por uma busca constante de teorias e práticas resolutivas, no auxílio dos problemas decorrentes do quadro da dependência química.
3. Como se dá o acolhimento de enfermagem aos pacientes do Caps ad Continente?
O acolhimento se dá da mesma maneira realizada pelas outras categorias. O que difere, talvez, seja a demanda específica das funções da enfermagem (como verificação de sinais vitais) que pode ser requerido pelo paciente ou outro membro da equipe.
4. Qual o papel da equipe de enfermagem no atendimento das crises psiquiátricas?
Avaliação do quadro do paciente em primeiro lugar. Administração de medicamentos cabíveis (conforme orientação médica) e encaminhamento para os espaços adequados, ou seja, leitos de observação, ou nos casos mais graves para instituições externas como hospital geral ou psiquiátrico (IPQ).
5. Como se dá o trabalho em uma equipe interdisciplinar?
O trabalho de enfermagem flui com tranquilidade dentro da proposta interdisciplinar, até porque a formação do enfermeiro envolve disciplinas como psicologia, gestão e outras.
6. Como a rotina do trabalho com dependentes químicos influencia na sua vida pessoal e profissional?
Profissionalmente entender mais a dinâmica da doença; entender as dificuldades decorrentes como relacionamentos familiares e sociais, e conseguir ver o dependente como alguém com autonomia. Me ensinou a ser mais tolerante, mais paciente com os dependentes e tolerante até na vida pessoal e familiar.
Equipe de Enfermagem do Caps ad Continente
Enfermeiros
- João Marcos Emerenciano
- Cristiane Alves
Técnicas em Enfermagem
- Cássia Almeira
- Juliana Weber
- Rosani Baptista
- Viviane Fernandes
Entrevista realizada em 24/10/2014 por Walcioney e Olivio.
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