quarta-feira, 31 de maio de 2017

Gratidão à amiga e psiquiatra Adriana

Hoje dia, 31/05/2017, após dois anos de convivência e parceria, encerra-se o contrato de trabalho da nossa amiga e médica psiquiatra Adriana Kuchenbecker com a Prefeitura Municipal de Florianópolis. Aqui vai uma singela homenagem da equipe técnica do CAPS Ad Continente para esta grande mulher e profissional competente. 




Adriana
Coração enorme, super mãe, esposa, humana, acolhedora, paciente, amiga, bonita por dentro e por fora. Médica psiquiatra que veste com orgulho o jaleco da saúde mental. A favor da reinserção dos pacientes e que por vezes nos faz lembrar muito da Nise da Silveira, a mulher que revolucionou o tratamento da loucura no Brasil, que contestou práticas e demonstrou soluções, dando novos contornos e sentidos aos tratamentos e às relações entre psiquiatras e pacientes. Assim como Nise, você enxergou a riqueza de seres humanos que estavam “no meio do caminho”. No meio do caminho entre o existir e a dignidade.
A vida é cheia de surpresas, nem sempre tão belas. Aprendemos a lidar com as dores sem que elas nos peçam licença. Vão entrando sem dó, nos arrebentam o coração, dilaceram a alma. Amigos vêm e vão, mas saiba que os bons, ficam no nosso coração como tatuagens, marcas eternas. 
É, vai ser ruim conviver com a sua ausência, vai ser triste sem você aqui para alegrar os nossos dias, quando alguém que a gente gosta e admira, vai embora, é como se um pedaço nosso, fosse junto também. Com certeza você deixará saudades. Ainda que distante, tenha certeza, não a esqueceremos. Você, com sua simplicidade e seu carisma conquistou a todos nós. Você é muito especial. A sua dedicação, o seu trabalho, o seu carinho jamais serão esquecidos, ficarão plantados em nossos corações. Um dia com certeza iremos nos encontrar por esses caminhos. Lembraremos dos momentos vividos, do trabalho dividido.
Você deixa de fazer parte da nossa equipe, mas todos os aprendizados e as experiências que obtivemos com você permanecem conosco. A sua contribuição foi sempre muito rica e importante para todos nós. Você colaborou para o crescimento da equipe e com muita dedicação e entusiasmo e deixa importantes lições e exemplos.
Que sua nova jornada lhe traga prazer e alegrias, que você conquiste novos amigos, mas nunca se esqueça dos que ficaram aqui, que embora distantes torcem para que sua vida siga adiante com determinação, alegria e muita felicidade. Saiba que quando resolver voltar, ainda que seja apenas rever os amigos, você será recebida com festa, afinal, é o que esperamos que faça sempre que puder. Boa sorte e muito sucesso. A saudade vai ficar, mas a certeza da sua felicidade é o nosso maior prazer. Lembre-se: estaremos sempre torcendo por você.
Leve com você, em seu coração, essa mensagem que traduz um pouco do que sentimos por você e o muito que significas para todos que ficaram.

Obrigado e parabéns pelo seu profissionalismo!



Equipe CAPS Ad Continente

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Grupo Artesanato - Caps Ad Continente


Considerando o caráter multifacetário da saúde, o entrelaçamento da arte com a saúde mental tornou-se uma proposta terapêutica ampla e eficaz. O grupo de artesanato constitui-se numa estratégia de promoção à saúde e com grande potencial terapêutico.


O grupo desenvolvido no serviço tem a intenção de aproximar, resgatar atividades artesanais, trabalhos manuais, valorização da criatividade e do saber envolvendo materiais reutilizáveis, boa parte deles recicláveis e pouco material comprado. Dando vida a materiais e produtos que antes aparentemente não tinham utilidade.


Este grupo surgiu após discussões da equipe quanto à necessidade de criação de um espaço que visasse, além da realização de trabalhos manuais, a busca pela autonomia, a oportunidade de ser uma fonte de renda, um momento de conversa informal. Buscou-se assim, a construção de um espaço propício para a fala e a escuta, onde pudesse ocorrer o compartilhamento de experiências.


 O grupo produz trabalhos manuais como confecção de tapetes, bijuterias, almofadas e chaveiros, trabalhos em madeira, pinturas, patchwork, entre outras, predominantemente com o uso de materiais recicláveis. São com estes materiais recicláveis, tecidos, fios, linhas, garrafas PET, que os artigos são produzidos. É o grupo mesmo que coleta os materiais. Alguns participantes passam a reciclar o lixo doméstico, outros pegam os materiais na rua ou pedem para os vizinhos. 


As produções são regadas com música e conversa, tornando-se palco para a verbalização das situações do dia a dia. São freqüentes os temas relacionados à família, saúde/doença, infância, amizades e trabalho. Mas, vai-se muito além, os integrantes trazem suas angústias, seus medos, desejos, necessidades.


Observa-se que o grupo propicia um momento rico de trocas de experiências e vivencias, onde os participantes costuram muito além de panos: costuram os fragmentos de suas vidas, atribuindo novos sentidos para suas experiências, pois percebem que não são os únicos que estão passando por dificuldades e problemas, sejam eles de qualquer origem.


Além disso, pode-se observar que o grupo favorece a autonomia dos sujeitos participantes, instrumentalizando-o na resolução de suas dificuldades e problemas; promove a saúde, propiciando o bem-estar; valorização do trabalho manual, exercício da paciência e do trabalhar em grupo, oferece suporte emocional e social as mudanças que ocorrem na vida dos integrantes, criando estratégias de enfrentamento ao sofrimento; estabelece vínculos entre os participantes; e fortalece o vínculo existente entre os usuários e o Caps.


 O grupo ocorre simultaneamente a outro grupo, todas as quintas-feiras no período da tarde, tendo duração mediam de uma hora e meia. O grupo e conduzido por duas técnicas de enfermagem.



Para participar da oficina terapêutica, basta o usuário do Caps Ad Continente solicitar em reunião de equipe de referencia. Os trabalhos produzidos são expostos no serviço e quando doados por seus criadores são sorteados entre os participantes em festividades que o Caps Ad Continente promove.








quinta-feira, 11 de maio de 2017

Grupo de Customização

O grupo surgiu em outubro de 2016, com a intenção de ser uma atividade informal onde trabalha-se com as mãos, utilizando a criatividade. As profissionais que coordenam o grupo, Viviane, Juliana e Adriana, não tem formação na área, mas se interessam pelo assunto e viram no grupo um potencial a ser explorado.



 A proposta principal do grupo é resgatar peças antigas de roupas e reutilizar materiais já esquecidos promovendo o estímulo ao autocuidado e o resgate de habilidades manuais, bem como promover uma visão anticonsumista e sustentável, evitando descarte inadequado e o consumo exagerado.


Entre linhas e retalhos, vão se remendando lembranças da infância e vão brotando histórias significativas, que as profissionais acolhem e vão cerzindo demandas dentro e fora do serviço.
O material utilizado, em grande parte, é reciclado ou reutilizado, proveniente de material de descarte de lojas da comunidade próxima ao CAPS: roupas que seriam descartadas, tecidos de lycra e tricoline, sacos de raschel. 


Empregando diferentes técnicas como patchwork, fuxico, tapeçarias com retalhos e costuras vão surgindo trilhos, tapetes, cortinas, jogos lúdicos, coletes, toalhas de mesa, roupas personalizadas e moda pet. Utilizando-se como ferramentas: tesouras, agulhas, linhas e uma máquina de costura.


O grupo formado em maioria por homens, quebrando o estigma da visão preconceituosa de que linhas e tecidos são atividades femininas.
As peças confeccionadas no grupo são utilizadas para decorar, colorir e embelezar o CAPS AD Continente.

   

O grupo acontece nas quintas feiras de manhã, em horário paralelo ao Grupo Motivacional, com duração de 1h30min. 





sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Atividade LIOP | CAPS Ad

Neste 16 de dezembro realizamos o fechamento do ciclo de aproximação entre o Laboratório de Informação e Orientação Profissional (LIOP) do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o CAPS Ad Continente.
Esta atividade foi conduzida pelos professores Iúri Novaes Luna e Maiana Farias Oliveira Nunes, com apoio do Psicólogo Edemir Firmino Nascimento e da Estagiária de psicologia Claudia Miró.
Neste encontro os professores conduziram duas dinâmicas voltadas para habilidades de apresentação de produtos/serviços e na sequência simulações de entrevistas de empregos. As atividades foram pensadas tendo por base o levantamento prévio de demandas dos usuários do CAPS Ad Continente em oficina realizada no primeiro semestre de 2016.
Com a iniciativa pretendemos estreitar a parceria com o LIOP e promover grupos específicos para o público do CAPS Ad na temática do trabalho e orientação profissional em 2017.

Professores Maiana e Iúri




quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

PALESTRA SOBRE PREVIDÊNCIA SOCIAL

No dia 07 de dezembro recebemos a Técnica do INSS Glaucia Bahia Brito para uma palestra sobre os direitos previdenciários. A iniciativa foi promovida pelo Laboratório de Informação e Orientação Profissional (LIOP), do departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e contou com a presença do Professor Dr. Iúri Novaes Luna e do Estagiário de psicologia Luciano Terra.
Durante cerca de 2 horas foram apresentadas os principais eixos norteadores da Previdência Social e seus benefícios, bem como distribuição de cartilha educativa e esclarecimento de dúvidas. A atividade que surgiu de uma demanda dos próprios usuários do CAPS Ad Continente que queriam ter mais informações sobre seus direitos como trabalhadores. A aproximação com o Programa de Educação do INSS foi facilitada com a parceria deste CAPS Ad, LIOP e o estágio curricular do curso de psicologia sob a coordenação acadêmica da Professora Dra. Daniela Schneider desenvolvido nesta unidade de saúde. Deixamos aqui registrado nosso agradecimento a todos os profissionais envolvidos nesta parceria!





sexta-feira, 29 de julho de 2016

DROGAS, FIQUE POR DENTRO

Durante nossa oficina desta semana visitamos a página do programa de rádio DROGAS, FIQUE POR DENTRO.

Este é o primeiro programa em Salvador/BA com a proposta de discutir questões relacionadas ao uso de substâncias psicoativas. Todo domingo, o Professor e Doutor Antônio Nery Filho e a Assistente Social e Psicóloga Patrícia Von Flach recebem um convidado para um bate-papo interessante, descontraído e sem preconceitos sobre os mitos, polêmicas, contradições, informações e notícias que envolvem a temática.

Este programa fazia parte das Atividades Integradas: no campo Álcool e Outras Drogas, as quais eram ações de promoção à saúde promovidas pela Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura Municipal de Salvador (PMS/SMS), através das empresas Parceria – Eventos e Serviços e Tridimensional – Treinamento, Consultoria e Eventos, sob coordenação do Prof Antonio Nery Filho. Hoje este é um programa independente, o qual tem apoio da Rádio Metrópole e do Centro de Estudos e Terapia do Abuso de Drogas (CETAD/UFBA). 
Fonte: https://drogasfiquepordentro.com/sobre/

Prof. Dr. Antônio Nery e a Psicóloga Patrícia Von Flach

Para quem tiver interesse o site disponibiliza a íntegra de todos os programas para você ouvir e pensar sobre a temática a qualquer tempo.

ACESSE:
https://drogasfiquepordentro.com/


sexta-feira, 15 de julho de 2016

VIVER O HOJE
















Hoje é dia de ver



[Refrão]
Hoje é dia de ver, de se organizar
Não basta querer, tem que saber chegar
Então "cê" pensa um pouco com esse mundo louco
Talvez não tenha outro dia não

[Verso 1]
Então começa mais um dia, sempre a mesma correria
Em algum momento parecia aquele Show de Truman
Sempre as mesmas notícias, traficantes e polícias
Terroristas, extremistas, bombas do Talibã
E todo mundo atrás do troco, mal se vê, se falam pouco
Cada um com um fone louco, vendo Face ou Instagram
No ritmo acelerado com a sensação de sugado
E aquilo que tem sonhado cê deixou pra amanhã, não

[Refrão]

[Verso 2]
E aí? Cadê você, cadê você?
Não disse que ia lutar
Tentar mudar suas maus maneiras de ser?
Que ia parar de fumar, que ia parar de beber
Que ia voltar a estudar, mas isso não acontece
E quanto mais o tempo passa você sente
Que ele nunca cansa, mas dá uma canseira na gente
E pra qualquer missão, você sente a pressão
Perde o foco e noção, vem a percepção
Que já não tem a mesma mente
Não, não, não, não, não
É um fato natural, mas não tão mau nem chato
Lembra que cê aprendeu com o tempo que perdeu
Problemas todos temos, demos, mas alguns trazemos
Meu, é hora de se permitir, hora de admitir
Se errou se redimir, sem rancor sem reprimir
Sua verdades, seu desejo, sua vontade
Vida é velocidade, mas não é tarde

[Refrão]

[Outro]
E aí? Não é sermão não
É só uma ideia, certo chapa?
Vai dar moleza pra fraqueza irmão?
(Talvez não tenha outro dia não)
Se errou vai lá perde perdão pra sua mãe
Pro seu amigo, pro seu irmão
Não tem amanhã
Aqui é hoje
E aquele curso lá que você falou que ia ver, cê foi?
É, tempo não cansa, mas da mó canseira na gente

Hoje é dia de ver, hoje é dia de ver
Hoje é dia de ver, hoje é dia de ver





Semana Que Vem



Amanhã eu vou revelar 
Depois eu penso em aprender
Daqui a uns dias eu vou dizer
O que me faz querer gritar

No mês que vem tudo vai melhorar
Só mais alguns anos e o mundo vai mudar
Ainda temos tempo até tudo explodir
Quem sabe quanto vai durar

Não deixe nada pra depois, não deixe o tempo passar
Não deixe nada pra semana que vem
Porque semana que vem pode nem chegar
Pra depois, o tempo passar
Não deixe nada pra semana que vem
Porque semana que vem pode nem chegar

A partir de amanhã eu vou discutir
Da próxima vez eu vou questionar
Na segunda eu começo a agir
Só mais duas horas pra eu decidir

Não deixe nada pra depois, não deixe o tempo passar
Não deixe nada pra semana que vem
Porque semana que vem pode nem chegar
Pra depois, o tempo passar
Não deixe nada pra semana que vem
Porque semana que vem pode nem chegar

Esse pode ser o último dia de nossas vidas
última chance de fazer tudo ter valido a pena
Diga sempre tudo que precisa dizer
Arrisque mais, pra não se arrepender
Nós não temos todo o tempo do mundo
E esse mundo já faz muito tempo
O futuro é o presente e o presente já passou
O futuro é o presente e o presente já passou

Nada pra depois, não deixe o tempo passar
Não deixe nada pra semana que vem
Porque semana que vem pode nem chegar
Pra depois, o tempo passar
Não deixe nada pra semana que vem
Porque semana que vem pode nem chegar
Nada pra depois, não deixe o tempo passar, 
Não deixe nada pra semana que vem, 
Porque semana que vem pode nem chegar
Pra depois o tempo passar,
Não deixe nada pra semana que vem,
Porque semana que vem pode nem chegar!


sexta-feira, 8 de julho de 2016

Museu Se Prepara Brasil - Rio 2016

Grupo dos Trajetos Culturais visitou nesta quinta-feira, 07/07/2016, a exposição do Museu Se Prepara Brasil - Rio 2016. O Museu itinerante, montado sobre uma carreta, esteve no Largo da Alfândega em Florianópolis por dois dias, 06 e 07 de julho.

A mostra sobre rodas reúne cerca de 100 peças dos acervos do Comitê Olímpico Internacional (COI), do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Comitê dos Jogos Rio 2016, além de coleções particulares. O público pode conferir ainda algumas curiosidades referentes às edições anteriores realizadas em várias cidades do mundo, incluindo a participação brasileira em diversas modalidades.








sexta-feira, 10 de junho de 2016

Casa de apoio continente

Conhecendo a casa de apoio continente
Fachada principal

Entrevistando a equipe técnica responsável:

Assistentes sociais: Neusa e Sidneia
ENTREVISTA

1. O que é preciso para conseguir uma vaga na casa de apoio?

O usuário para ser acolhido na casa de apoio deverá procurar o centro pop ou o serviço social.

2. Por quanto tempo pode-se ficar na casa?

Segundo orientação da política de assistência social o abrigo institucional poderá acolher o usuário num prazo de até 6 meses ou conforme avaliação da equipe técnica.

3. Quantos funcionários trabalham na casa?

São 24 funcionários: 1 coordenador, 1 psicologa, 2 assistentes sociais,11 educadores sociais, 1 motorista, 4 vigilantes, 2 cozinheiras e 2 profissionais de serv. gerais.

3. Qual o perfil dos usuários?
Pessoas em situação de rua, do sexo masculino, acima de 18 anos.

4. Qual a sua função na casa?
Assistentes sociais, Neusa e Sidnéia.

Texto:
Lobão (Antônio Marcos)
Franz
Fotografia: 
Eduardo
Apoio:
Marcos Antônio
Arilton
Enio









Horta



Felipe (coordenação), Lobão e Adriana (psicóloga)





sexta-feira, 13 de maio de 2016

SEMANA DA LUTA ANTIMANICOMIAL

O dia 18 de maio representa, nacionalmente, a data em que se comemora o processo de enfrentamento conta a exclusão social das pessoas com transtornos mentais. Por isso, na próxima semana, a Secretaria de Saúde de Florianópolis apoia a realização de uma semana de atividades culturais e acadêmicas. O destaque é a presença do argentino Alfredo Moffattt, autor de obras como Psicoterapia do Oprimido e Terapia de crise, discípulo de Pichon-Rivière, um dos principais responsáveis pela formação da Psicologia Social argentina.

Na quarta-feira (18), ele fará uma oficina de sociodrama, com técnicas que utilizam elementos do teatro para a dramatização dos problemas cotidianos dos pacientes. “É como um ensaio do enfrentamento das situações que acontecem no dia a dia das pessoas”, explica Marcelo Fialho, da Gerência dos Centros de Atenção Psicossocial de Florianópolis (CAPS).

A Semana de Luta Antimanicomial é realizada pela Secretaria de Saúde, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, a Escola de Saúde Pública de Santa Catarina, a Faculdade Cesusc, o Instituto Arco-Íris de Direitos Humanos e o Conselho Regional de Psicologia da 12ª Região.

O objetivo é sensibilizar a comunidade acadêmica, os trabalhadores que atuam nessa área ou em áreas afins, os usuários dos serviços de saúde mental e a população em geral sobre a relevância e atualidade da temática.


Luta antimanicomial 
Nas últimas três décadas, muito se tem avançado no estabelecimento de normativas legais que visam a garantia dos direitos dos pacientes da Saúde Mental. Houve, também, diversas iniciativas no redirecionamento do modelo de atenção à saúde mental no País, como a inversão do investimento financeiro governamental, que anteriormente priorizava hospitais psiquiátricos e atualmente prioriza os serviços substitutivos, de base comunitária, como os CAPS.

A despeito desses avanços, explica Marcelo, muito se tem a fazer na direção da garantia de uma ampla rede de serviços, na saúde e nas demais redes intersetoriais (assistência social, segurança pública, justiça, educação, cultura etc) que sejam efetivamente corresponsáveis no cuidado a essa população.

Confira a programação:


Fonte: http://www.pmf.sc.gov.br/noticias/index.php?pagina=notpagina&noti=16988